Flávio Bolsonaro critica Lula, aponta alta do endividamento e questiona regulamentação das apostas
Senador atribui cenário econômico a políticas do governo e defende estímulo a investimentos
O senador Flávio Bolsonaro responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo aumento do endividamento da população e fez críticas à regulamentação das apostas online no país. A declaração foi feita nesta sexta-feira e divulgada nas redes sociais do parlamentar.
De acordo com dados citados por Flávio, mais de 80 milhões de brasileiros possuem dívidas atrasadas ou renegociadas. Segundo ele, cerca de 20% dessas pessoas enfrentam dificuldades para pagar despesas básicas, como contas de luz e água. O senador afirmou que há brasileiros recorrendo ao crédito até mesmo para itens essenciais, relacionando esse cenário ao que classificou como descontrole fiscal do governo.
O parlamentar atribuiu o aumento do endividamento a gastos públicos superiores à arrecadação e à elevação de impostos. Ele também destacou que a taxa de juros no Brasil está entre as mais altas do mundo, o que, segundo ele, impacta diretamente no crescimento das dívidas ao aumentar o custo do crédito e dificultar a quitação dos débitos.
Flávio Bolsonaro também criticou a regulamentação das plataformas de apostas online, conhecidas como bets. Na avaliação do senador, a medida contribuiu para agravar a situação financeira de parte da população, ao estimular a expectativa de ganhos em jogos. Ele afirmou que o cenário atual representa um impacto negativo associado à decisão do governo.
Durante as declarações, o senador defendeu a criação de um ambiente mais favorável aos investimentos no país. Segundo ele, o incentivo a novos empreendimentos pode gerar empregos, aumentar a renda da população e contribuir para que os brasileiros consigam quitar suas dívidas.
O parlamentar ainda demonstrou preocupação com a situação econômica em meio ao período de pré-campanha eleitoral. Ele utilizou uma analogia para descrever o momento, afirmando que é necessário adotar medidas para evitar um agravamento do cenário econômico nos próximos anos.



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